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20/05/2017

DIA DO PEDAGOGO


Ficheiro:Pedagogo.jpgPedagogo é um educador profissional da Pedagogia, tal como o pedagogista, capaz de atuar em espaços escolares e em não-escolares, na implantação do ensino de sujeitos em diferentes fases de desenvolvimento humano, em diversos níveis e modalidades do processo educativo apresentado pelo pedagogista.

O termo pedagogo, como é patente, surgiu na Grécia Clássica, cujo significado etimológico é preceptor, mestre, guia, aquele que conduz. O Pedagogo era o condutor da criança. Era ele, um paternal guia do jovem, escravo que conduzia a criança até o local de ensino e, metaforicamente, em direção ao saber. Fonte Wikipedia.

DIA DO PEDAGOGO


É possível encontrar várias datas em comemoração ao dia do Pedagogo: dia 08 de abril, 20 de maio e 22 de agosto.
 Existe o Projeto de Lei nº 7264/2010, do Deputado Eduardo Gomes, que institui o dia 20 de Maio como o Dia Nacional do Pedagogo.

15/05/2017

Os Caranguejos

Havia um homem na praia que vendia caranguejos. Tinha dois baldes cheios de animais vivos, mas apenas um balde estava tampado. Uma mulher perguntou-lhe:
” – Por que você tampou um dos baldes e o outro não?”
O vendedor respondeu:
” – Porque vendo dois tipos de caranguejos: os que colaboram e os que competem. Os caranguejos que colaboram tentam sempre sair do balde. Quando não conseguem, eles fazem uma corrente, apoiam-se uns nos outros e, assim, todos conseguem sair. Por isso, tenho de tampar o balde.”
O homem fez uma pausa, diante do olhar admirado da mulher e confirmou:
” – É isso mesmo, Dona. É uma coisa impressionante!”
” – Mas, e os outros? Por que ficam com o balde destampado? Não vão tentar sair também?”
” – Ah! Os caranguejos que competem também tentam sair. Mas, sempre que um deles tenta saltar e está quase conseguindo sair do balde, os outros por baixo dele o agarram e puxam para baixo. Assim, nenhum deles consegue escapar.”

14/05/2017

OBRIAGADO PELA SUA LOUCURA

Com muito carinho, lembrando de minha, mãe faço uma homenagem a todas as mães.



Ana Beatriz, uma das muitas bisnetas
Minha mãe gerou 15 filhos, 11 sobreviveram até ficar adulto.
Para o padrão dos dias atuais isso seria loucura.
Um casal que tenha mais que dois filhos já destoam do “normal” que a sociedade considera como ideal.
Como criar mais que dois filhos?
E a escola, a faculdade, e todo o conforto que uma criança precisa?
Clube, um quarto exclusivo, computador, televisão, internet, tênis de marca, roupas da moda, psicólogo, aulas particulares, etc, etc.
Meus pais foram irresponsáveis por colocar tantos filhos nesse mundo, alguém até me disse isso uma vez.
Minha mãe, com um nome peculiar, raro como só ela, Presentina, foi louca, por ter tantos filhos, fui nascer quando ela tinha 45 anos.
Para variar, estava brava comigo
 porque demorei para tirar a foto.
Viveu até os 87 anos, consciente, brincalhona, todo sofrimento em sua vida não conseguiu torná-la uma pessoa triste.

Que bom... obrigado mãe por sua loucura, eu sou o último da linhagem dessa loucura que possam considerar, que é ter um monte de filhos.
Dos 15 sou a “raspa do tacho”, o caçulinha, cresci sem internet, sem tênis de marca, sem psicólogo, sem professor particular...algumas privações...


Que bom, sobrevivi a tudo isso.
Aprendi a ter que dividir um quarto, a comida, o banheiro... roupa não, porque as dos mais velhos não cabiam em mim.

Tina no seu soninho
Ah! Obrigado mãe pela sua loucura, obrigado pela educação sem facilidades, sem privilégios.
Hoje compreendo a sua loucura, e só tenho que agradecer...
Obrigado minha mãezinha, nesse dia e por todos os dias pelo presente mais precioso que você poderia dar...
Minha vida!

13/05/2017

13 DE MAIO - LIBERTAÇÃO DA ESCRAVATURA



Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais.
Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão.
Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.

Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.

Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos.
O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.

A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos.
Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro.
Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.

Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.
Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.


É importante ressaltar que a libertação dos escravos também foi um abandono dos escravizados à própria sorte, nem governo ou instituições deram condições se quer de sobrevivência aos negros, dívida social que perdura até os tempos atuais.


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